Romarias de São Miguel: Rancho dos emigrantes da bermuda, EUA e Canadá apela à participação

FOTO: Agência Ecclesia
FOTO: Agência Ecclesia

As romarias quaresmais de São Miguel, nos Açores, estão de regresso em 2023.  Depois de dois anos canceladas por causa da pandemia do novo coronavírus, a Associação dos Romeiros Emigrantes de São Miguel, em Toronto, informa que os Romeiros de Toronto já estão em organização para a Romaria de 2023.

rancho dos emigrantes da Bermuda, Estados Unidos da América e Canadá, vai regressar à peregrinação a pé, de uma semana, que está marcada para a ilha de São Miguel no próximo ano.

Foram dois anos em que o evento foi cancelado por causa da pandemia da Covid-19. A romaria, que é uma das maiores manifestações públicas da fé e devoção do povo açoriano, representa uma caminhada que cada um faz a rezar, em silêncio ou cantando a uma só voz. Cerca de 2500 homens, porque só eles podem participar, fazem o circuito pela ilha.

O rancho anuncia, em nota enviada às redações, que vai dar início às reuniões de preparação para a Romaria da Quaresma.  Os ensaios vão ser realizados no salão paroquial da Igreja de Santa Maria em Toronto todos os domingos, das 14h00 às 16h00.

As partidas de Toronto para a Ilha de São Miguel acontecem nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2023. A viagem para os Açores vai ser feita pela companhia aérea portuguesa SATA Azores Airlines.

De destacar que a saída dos romeiros da Matriz de Ponta Delgada acontece no domingo, dia 26 de fevereiro e a entrada a 5 de março.

A organização está sob responsabilidade do Mestre João Silva, do Ajudante dos Mestres José da Ponte e do Contra-Mestre Luís Leite.

Os interessados em participar na Romaria na ilha de São Miguel, devem ligar para os números (416) 550-4771 ou (647) 546-4128.

Mais informações de relevo na página do Facebook, “Romeiros imigrantes St.Mary’s”.

As romarias quaresmais de São Miguel completam 501 anos em 2023 e tiveram a origem na sequência de terramotos e erupções vulcânicas registados no século XVI na ilha, que arrasaram Vila Franca do Campo e causaram grande destruição na Ribeira Grande.