
As famÃlias das vÃtimas canadianas do voo PS752 apelam à investigação de crimes de guerra. Recorde-se que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão abateu um avião comercial ucraniano com dois mÃsseis em janeiro de 2020.
Os advogados que representam as famÃlias que perderam entes queridos na destruição do voo PS752 apelaram ao Tribunal Penal Internacional para investigar o caso como um possÃvel crime de guerra ou crime contra a humanidade.
As famÃlias dizem que está a demorar demasiado tempo para que o Canadá faça justiça e estão a agir por própria conta e risco.
“Não temos qualquer indicação de um roteiro para a justiça ou uma linha temporal de ação dos paÃses afetados, especialmente do Canadá”, disse Hamed Esmaeilion, porta-voz da associação que representa as famÃlias. A mulher e a filha de nove anos de idade morreram a bordo do voo.
“Os paÃses afetados, agiram com um ritmo glacial que foi manchado pela burocracia e por uma atitude de desejo em relação a uma negociação significativa com a República Islâmica do Irão”.
A coligação de paÃses que perderam cidadãos no avião, onde se inclui o Canadá, abandonou os esforços para negociar reparações com o Irão em janeiro. Desde então, a coligação tem estado concentrada em tomar medidas “de acordo com o direito internacional”.
As famÃlias pedem agora que o Governo canadiano apoie o pedido ao Tribunal Penal Internacional para uma revisão de todas as provas disponÃveis, com o objetivo de perseguir os responsáveis.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão abateu o avião comercial ucraniano com dois mÃsseis em janeiro de 2020. As 176 pessoas a bordo morreram, incluindo 55 canadianos e 30 residentes permanentes.
O Irão negou de inÃcio ter destruÃdo o voo. Após provas que contradizem a reivindicação iraniana, os oficiais do paÃs asiático admitiram que os militares de forma errada abateram o avião de passageiros.
As famÃlias das vÃtimas fizeram as próprias investigações e, segundo alegam nas investigações, o Irão mantinha de forma deliberada o espaço aéreo aberto para utilizar passageiros civis como escudos humanos contra um possÃvel ataque americano.
O Irão negou as alegações no passado e a autoridade iraniana da aviação civil culpou o erro humano como a razão pela qual o avião de passageiros foi abatido.
Os advogados das famÃlias argumentam que o Irão cometeu crimes de guerra, bem como crimes contra a humanidade.



