Tribunal tenta revogar fiança da líder do Freedom Convoy

FOTO: LIVE FROM THE SHED TWITTER
FOTO: LIVE FROM THE SHED TWITTER

O ministério público acusa Tamara Lich de ter violado as condições ao aparecer com outros líderes de comboios. Recentemente, a líder do “Freedom Convoy”, foi apanhada a falar com Tom Marazzo, um dos porta-vozes do protesto do comboio de inverno.

O tribunal de Ottawa está a tentar revogar a fiança de Tamara Lich, a líder do “Freedom Convoy”, depois de ela ter aparecido ao lado de um colega organizador, numa alegada violação das condições.

Lich compareceu virtualmente no tribunal na terça-feira, 5 de julho, para a quarta audiência sobre a fiança desde que foi detida pela primeira vez em fevereiro deste ano.

O ministério público disse que uma foto e um vídeo mostram Lich na gala de Toronto, a falar com Tom Marazzo, um dos organizadores de um outro comboio, constituindo assim uma violação “flagrante”. Por esse motivo, o argumento era de que Lich deveria ser detida.

O advogado de defesa Lawrence Greenspon disse que as ações de Lich eram “na pior das hipóteses minimalistas” e não constituíam uma violação, pelo que ela deveria ser libertada com condições.

Lich foi detida a 27 de junho após a polícia de Ottawa ter emitido um mandado de captura em todo o Canadá.

A líder do ‘Freedom Convoy’ enfrenta acusações de vandalismo, incentivo, obstrução da polícia, aconselhamento de obstrução da polícia, aconselhamento de intimidação, e intimidação por bloqueio e obstrução de uma ou mais autoestradas em relação ao protesto que encerrou partes de Ottawa durante cerca de três semanas no inverno passado.

Tanto Marazzo como Lich foram os principais porta-vozes do protesto do comboio de inverno. Marazzo é também um líder de um grupo chamado Veterans 4 Freedom, que organizou vários comícios em Ottawa durante o fim-de-semana do Dia do Canadá.