
Vamos agora até aos Açores, que também assinalou o 25 de abril. Depois de dois anos sem comemorações públicas, devido à pandemia, a celebração do Dia da Liberdade regressou às Portas da Cidade de Ponta Delgada. O presidente do parlamento dos Açores afirmou, entretanto, que há ainda muito por conquistar para “tornar a essência de abril mais forte e plena”.
No Dia da Liberdade, o presidente do parlamento dos Açores afirmou que há muitas “conquistas ainda por fazer para tornar a essência de abril mais forte e plena”. Luís Garcia considera que “alimentar a Liberdade, a Democracia e a Autonomia” é uma missão de todos.
O presidente foi citado numa nota de imprensa, no final da sessão solene evocativa do 25 de abril de 1974, que decorreu na Assembleia da República portuguesa.
Luís Garcia lembrou que a democracia, a liberdade, e a própria autonomia, “não foram dádivas, mas sim conquistas, que o mundo presente” mostra que nunca devem ser dadas por garantidas.
É por isso que o 25 de abril é celebrado, diz o presidente do parlamento dos Açores, “não só para homenagear todos os que o fizeram, mas para lembrar e afirmar a sua importância, sobretudo junto das gerações mais jovens”.
FESTA DO 25 DE ABRIL REGRESSA ÀS PORTAS DA CIDADE
Depois de dois anos sem comemorações públicas, devido à Covid-19, a celebração do 25 de abril regressou às Portas da Cidade de Ponta Delgada, com uma tarde musical e um discurso muito marcado pelo apelo à paz na Ucrânia.
O porta-voz da Associação Promotora das Comemorações do 25 de Abril em Ponta Delgada recorda que, também em Portugal, “o 25 de Abril de há 48 anos teve como primeira motivação acabar com a guerra nas ex-colónias”.
Filipe Cordeiro, que é também militar de abril, reafirma que “há um modelo de desenvolvimento do 25 de abril que ainda está por cumprir”. Apesar disso, reconhece que nestes últimos 48 anos se deram “passos importantes” e “alterações qualitativas na sociedade portuguesa”.



