
Coimbra, 24 jan (Lusa) — A Ordem dos Enfermeiros (OE) afirmou hoje que a contratação de “umas dezenas de profissionais de enfermagem”, anunciada pelo ministro da Saúde, pretende “responder ao alarme social” provocado pelas mortes nas urgências e não resolver o problema.
O titular da pasta da Saúde, Paulo Macedo, “anunciou recentemente a contratação de umas dezenas de profissionais de enfermagem, mas esta medida, aparentemente reativa, apenas pretende responder ao alarme social que a morte de utentes nas urgências provocou”, sustenta a Secção Regional do Centro (SRC) da OE, numa nota enviada à agência Lusa.
A decisão do Ministério da Saúde (MS) surge “depois de o paÃs assistir à incapacidade dos serviços de urgência em gerir o fluxo de utentes e de lhes dar a resposta adequada e em tempo útil”, sublinha a Secção do Centro da OE, considerando que a contratação daqueles profissionais pretende “apenas camuflar um problema, mas não resolvê-lo”.



