
Lisboa, 18 jan (Lusa) – O novo dono da TAP terá de manter em Portugal a sede, a direção, o ‘hub’ e o estatuto como companhia de bandeira durante pelo menos dez anos, segundo o acordo alcançado entre nove sindicatos, Governo e empresa.
Esta é a primeira de oito condições que será vertida no caderno de encargos, com publicação prevista para terça-feira, documentos onde estão definidas as condições da privatização da companhia aérea.
“Que a sede, a direção efetiva e o estabelecimento do grupo TAP continuam a estar localizados em Portugal por um período não inferior a 10 anos após a celebração do contrato de venda direta que vier a ocorrer no âmbito do processo de reprivatização da TAP, bem como a manutenção, pelo mesmo período, do atual ‘hub’ nacional e do estatuto do Grupo TAP como companhia de bandeira”, lê-se no documento a que a agência Lusa teve acesso.
