
Sete senadores anunciaram o lançamento do Grupo do Senado África-Canadá, criado para garantir que vozes negras sejam ouvidas nas grandes Câmaras. O movimento agora criado dedica-se a lutar contra o racismo e a discriminação no país.
São sete os senadores que querem dar voz aos cidadãos de origem africana. A senadora Rosemary Moodie é a presidente. No grupo estão incluídos, Wanda Thomas Bernard, Bernadette Clement, Amina Gerba, Mobina Jaffer, Marie-Françoise Mégie e Mohamed-Iqbal Ravalia.
O Grupo África-Canadá foi então criado por membros do Grupo de Senadores Independentes e do Grupo do Senado Progressista.
Em comunicado, o movimento dedica-se a lutar contra o racismo e a discriminação.
“Por muito tempo, as nossas vozes, contribuições e prioridades foram ignoradas pelas nossas instituições democráticas”, disse Moodie, a presidente.
“Como senadores afrodescendentes, estamos empenhados em reverter essa tendência trabalhando juntos.”
As prioridades do grupo para o 44.º Parlamento do Canadá passam por tornar o comité mais inclusivo no Senado e ainda trabalhar com os membros da comunidade para o progresso em questões de “justiça, saúde e equidade económica”.
Embora o grupo tenha feito agora o anúncio formal, os membros já trabalham juntos há anos.
“Estamos comprometidos em avançar com questões significativas para os afrodescendentes deste país. E estamos a fazer tudo isto de formas não partidárias”, disse Rosemary Moodie.



