
Leiria, 20 dez (Lusa) – Alunos portugueses e macaenses de um curso de tradução ministrado em Leiria, Pequim e Macau veem o antigo território português como mais tolerante face à China continental e repleto de referências à administração portuguesa cessada em 1999.
Iniciado há oito anos, em 2006, o curso de Tradução e Interpretação Português/Chinês e Chinês/Português, ministrado em parceria pelos institutos politécnicos de Leiria, centro de Portugal, e Macau proporciona aos portugueses dois anos de aulas, um em Pequim, outro em Macau.
Flávia Coelho, 21 anos, aluna do quarto ano, loira de olhos claros, esteve em Pequim há dois anos e em Macau o ano passado: habituada a Leiria, “sitio muito calmo”, sede de um município com cerca de 130 mil habitantes, Flávia viu-se na capital chinesa – uma das mais populosas do mundo, com cerca de 20 milhões de habitantes, duas vezes a população portuguesa – e não resiste a lembrar o “choque cultural”.
