
Lisboa, 16 dez (Lusa) – A procuradora-geral adjunta LucÃlia Gago considerou hoje que “alguns dos falhanços” na adoção se devem a uma avaliação e seleção dos candidatos pouco adequada e ao facto de não se ter em “devida conta” as necessidades especiais das crianças.
“Alguns dos falhanços no domÃnio da adoção poderão em grande medida radicar numa formação, avaliação e seleção dos candidatos que não terá sido adequada e não terá tido em devida conta as especiais necessidades que as crianças em situação de adoptabilidade têm”, afirmou LucÃlia Gago na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Na audição, a coordenadora da comissão encarregue da revisão do decreto-lei de maio de 1993, que aprova o regime jurÃdico da adoção, afirmou que estas crianças são “particularmente vulneráveis” devido ao seu passado e “requerem dos seus cuidadores uma especial atenção e um especial cuidado”.



