Lisboa, 05 dez (Lusa) – O secretário-geral do PS defendeu hoje que a comparticipação dos Estados-membros no novo plano europeu para o investimento estratégico não deve ser contabilizada para apuramento do défice, caso contrário os países endividados terão participação limitada neste programa.
António Costa sustentou esta posição na abertura de uma conferência promovida pela Aliança Progressista, em Lisboa, na qual estão presentes dirigentes socialistas, sociais-democratas e democratas de vários países do mundo, entre os quais o novo líder dos socialistas espanhóis, Pedro Sánchez, e o presidente dos sociais-democratas da Alemanha e vice-chanceler do executivo germânico, Sigmar Gabriel.
Na intervenção, o secretário-geral do PS considerou positivo, embora ainda “incerto”, o plano da Comissão Europeia no sentido de concretizar um fundo europeu para o investimento estratégico.
