
Lisboa, 19 out (Lusa) — A “máquina partidária” foi determinante para Aécio Neves superar Marina Silva e passar à segunda volta das eleições presidenciais brasileiras, que se realiza a 26 de outubro, juntamente com Dilma Rousseff, afirmou à Lusa um analista.
“O que contou nesta surpresa da passagem do Aécio Neves (Partido da Social Democracia Brasileira/PSDB) à segunda volta das presidenciais foi a questão da máquina partidária”, disse Filipe Vasconcelos Romão, professor na Universidade Autónoma de Lisboa (AUL).
Dilma Rousseff (Partido dos Trabalhadores/PT) foi a candidata mais votada na primeira volta das eleições presidenciais, a 05 de outubro, com 41,59% dos votos, seguida de Aécio Neves (33,55%), com quem disputará a segunda volta.
