

Quase um terço das autarquias portuguesas optaram por subir as taxas de IMI aos munícipes.
São 84 municípios que decretaram um agravamento das taxas, num ano em que a receita de IMI aumentou, pela avaliação demais de cinco milhões de imóveis. São 27 por cento os municípios que agravaram o IMI, com algumas autarquias – cerca de 20 – a optarem mesmo pelo aumento máximo possível de 0,5% nos prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI, como foi o caso de Setúbal, Vila do Conde, Portimão e Albufeira, segundo os dados recolhidos pela APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal. Para o presidente da associação, Luís Lima, isso revela insensibilidade social por parte de alguns autarcas. “É inacreditável que, num período em que as pessoas sufocam com a fiscalidade aplicada sobre o património, ainda haja autarquias com a coragem de aumentar o IMI” afirma o presidente da APEMIP.
