
Lisboa, 26 ago (Lusa) — Uma equipa de investigadores portugueses descobriu como travar a evolução de um tipo de leucemia frequente nas crianças, através da utilização de um composto farmacológico, abrindo portas ao desenvolvimento de uma terapêutica alternativa à existente atualmente, foi hoje anunciado.
O trabalho foi desenvolvido por uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sob a coordenação de João Taborda Barata, com “resultados bastante promissores no que respeita ao potencial desenvolvimento de uma terapêutica alternativa para tratamento da leucemia linfoblástica aguda de células T (LLA-T), um tipo de leucemia bastante frequente em crianças”, revela o instituto.
Publicada na revista cientÃfica Oncogene, a investigação estudou o papel da proteÃna ‘CHK1’ em doentes e concluiu que esta se encontra ‘hiperativada’, permitindo a viabilidade das células tumorais e a proliferação da doença.



