LUZ VERDE À 2ª FASE DE PRIVATIZAÇÃO DA REN

RENO modelo ainda não está definido mas o Conselho de Ministros aprovou a segunda fase do processo de reprivatização da REN – Redes Energéticas Nacionais.

Na prática significa que a Parpública e a Caixa Geral de Depósitos são autorizadas a alienar o remanescente das ações sujeitas a reprivatização que tem nesta sociedade, representativas de uma percentagem até 11% do respetivo capital social.

Esta segunda fase de reprivatização poderá ser realizada através de oferta pública de venda no mercado nacional e/ou através de venda direta a um conjunto de instituições financeiras e vai ser reservado aos trabalhadores um lote de ações no âmbito da Operação Pública de Venda.

O Estado ainda detém uma participação de 11% na REN, dos quais 9,9% através da Parpública e 1,1% através da Caixa Geral de Depósitos numa altura em que a companhia chinesa State Grid detem 25% e os árabes da Oman Oil Company, 15% tendo assim tornado-se os principais acionistas da REN, depois de terem adquirido 40% do capital da empresa, numa operação de privatização que gerou um encaixe para o Estado de 592,21 milhões de euros.

A REN registou um lucro de 121,3 milhões de euros, o ano passado o que representou uma queda de 1,8% em relação ao ano anterior.