
Díli, 09 out (Lusa) – Timor-Leste precisa de políticas estruturais que ajudem a diversificar a economia, avançando com uma estratégia de reforma fiscal que assegure a sustentabilidade a longo prazo, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
“As perspetivas a médio prazo para Timor-Leste dependem criticamente da diversificação económica, já que os seus campos petrolíferos em produção estarão esgotados por volta de 2022”, referiu Yu Ching Wong, chefe de uma missão do FMI a Timor-Leste.
“Um importante reforço do investimento público representa consideráveis riscos negativos para a sustentabilidade fiscal, devido às grandes retiradas previstas do Fundo Petrolífero, necessário para financiar esses gastos de investimento”, notou.



