
Paris, 27 set (Lusa) — As vagas de calor que afetaram o sul da Europa este verão acompanham as alterações climáticas, segundo um relatório da organização não-governamental Climate Central, divulgado hoje.
De acordo com os investigadores, que criaram modelos informáticos e monitorizaram as temperaturas, as alterações ao clima, geradas pela atividade humana, fizeram com que fosse dez vezes mais provável a ocorrência de um verão tão quente como o registado.
No ano 2050, o verão de 2017 será típico no sul da Europa se o mundo não conseguir reduzir as concentrações de gás de efeito estufa na atmosfera, indica o estudo.
