
Macau, China, 10 set (Lusa) — Em Macau não há ninguém com tantas dádivas de sangue como Paulo Rosa Rodrigues, um português de Angola que anda, há quase três décadas, “simplesmente a retribuir o dom da vida”.
“Não sou campeão de nada”, diz Paulo Rosa Rodrigues, sem conter o sorriso, relativizando de imediato o feito de ser a pessoa com o maior número de dádivas em Macau – 130 ou o equivalente a 58,5 litros -, até porque dar sangue tornou-se um gesto automático.
“Os homens podem dar sangue de três em três meses. Ponho na minha agenda e toca a andar. Até é simples, porque normalmente as minhas secretárias sabem quando é que chega a data”, conta o empresário à agência Lusa.
