
Lisboa, 20 jul (Lusa) – A prevenção de incêndios florestais custaria por ano 165 milhões de euros, quando os prejuÃzos resultantes dos fogos causam um prejuÃzo de mil milhões, seis vezes mais, segundo as contas das associações Quercus e Acréscimo.
“É necessário, assim, mais investimento na prevenção e ordenamento florestal, de modo a inverter esta situação”, diz-se num comunicado da Associação Nacional de Conservação da Natureza, Quercus, e da Associação de Promoção ao Investimento Florestal, Acréscimo.
Os cálculos das duas associações tiveram em conta custos associados à abertura da rede primária de gestão de combustÃveis (faixas sem arborização, com a floresta planeada para diminuir a superfÃcie percorrida pelos incêndios, proteger casas e estradas e isolar potenciais focos de incêndio), a abertura e beneficiação de caminhos florestais e a recuperação e restauro de casas florestais.



