
Tróia, Grândola, 18 jul (Lusa) – O ministro da Defesa admitiu hoje que a reintegração dos cinco comandantes do exército exonerados após o furto de material de guerra em Tancos não significa que não possam ser responsabilizados nas investigações em curso.
“O Chefe do Estado Maior do Exército entendeu que não se justificava manter e, portanto, que cessava a razão cautelar que justificava o afastamento inicial daqueles cinco comandantes. E comunicou-me que a sua intenção – penso que já concretizada – seria a de reconstituir esses comandos, coisa que foi feita”, disse Azeredo Lopes.



