
Bissau, 29 mai (Lusa) – O Orango Parque Hotel, situado na ilha de Orango, no arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, não é um hotel qualquer, é um projeto de desenvolvimento onde o lucro do turismo é investido na comunidade.
“Tudo o que entra reverte a favor da população”, explicou Mariana Ferreira, uma etnóloga romena que chegou à Guiné-Bissau nos anos 80, depois de casar com um guineense, e que assumiu a gerência do hotel há um ano.
Construído em 1997 por um italiano, o hotel foi abandonado durante a guerra civil e posto à venda. A estrutura foi comprada pela fundação suíça Mava e doada ao Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), em 2000, quando foi criado o Parque Nacional de Orango.
