
Lisboa, 27 abr (Lusa) — A GNR e a PSP, responsáveis pela formação dos detentores de cães perigosos, ainda não deram um único curso porque os valores a pagar apenas ficaram definidos mais de um ano depois da portaria que lhes atribuiu as funções.
Segundo a GNR, os ataques de cães perigosos fizeram 71 vítimas no primeiro trimestre deste ano. A outra entidade que regista estes dados e é responsável igualmente pela formação aos detentores de cães perigosos, a PSP, apesar de questionada pela Lusa, não respondeu em tempo útil.
Os dados divulgados pela GNR indicam que houve 65 ataques de cães perigosos este ano, um valor abaixo do período homólogo, quando foram registados 71 ataques. No ano de 2016 a GNR registou um total de 235 ataques e 284 vítimas.
