Luxemburgo, 25 de mar (Lusa) – O lÃder do PSD, Pedro Passos Coelho, disse hoje estar “satisfeito” com a possibilidade de Portugal sair do Procedimento por Défice Excessivo, mas recusou que este seja o valor “mais baixo em democracia”, como defendeu o Governo.
“Em 1989, quando era ministro das Finanças o Dr. Miguel Cadilhe e primeiro-ministro Cavaco Silva, o défice público português também foi de 2,1%. Não se trata portanto do valor mais baixo da democracia”, disse Passos Coelho aos jornalistas, à margem do congresso do partido cristão-social do Luxemburgo (CSV), em que participou.
Segundo o lÃder do PSD, nessa altura o défice “beneficiou de uma alteração fiscal (…) que em circunstâncias normais não ocorre”, considerando que o valor agora alcançado pelo executivo de António Costa também foi conseguido “à custa de medidas extraordinárias”.



