
Londres, 28 fev (Lusa) – O prémio Ibrahim para a Excelência na Liderança Africana de 2016 voltou a não ter um vencedor, anunciou hoje em Londres o Comité responsável pela escolha, que vincou que a decisão foi tomada após “criteriosa ponderação”.
“Tal como sublinho todos os anos, foi deliberadamente estabelecida uma fasquia muito alta aquando do lançamento do Prémio em 2006. Reconhecemos e aplaudimos os importantes contributos que muitos líderes africanos deram para a mudança positiva nos seus países. Porém, o prémio visa distinguir e celebrar a liderança verdadeiramente excecional, o que, por definição, é invulgar”, justificou o presidente do coletivo, Salim Ahmed Salim.
Todos os anos são candidatos ao prémio ex-chefes de Estado ou de governo africanos que cessaram funções nos três últimos anos civis (neste caso, entre 2014 e 2016) após terem sido democraticamente eleitos e cumprido o seu mandato de acordo com a constituição do país.
