
Lisboa, 14 fev (Lusa) — O presidente da Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) afirmou que se “devem separar as águas” sobre extensões da vida útil dos aviões e avarias em peças, a propósito de um incidente hoje com um aparelho da TAP.
“Temos que separar as águas. Uma questão é a certificação de que o avião pode ter as suas horas de operações estendidas, que é dada pelo fabricante, e a única coisa que nós verificámos foi que todas as operações de manutenção a montante (…) foram efetivamente cumpridas pela TAP”, começou por explicar Luís Silva Ribeiro, à agência Lusa.
O presidente da ANAC acrescentou que “outra coisa é uma avaria de um motor” e que os “motores são peças completamente autónomas” e sujeitas a “contratos de gestão completamente autónomos”.



