
Lisboa, 12 fev (Lusa) — A base de dados de ADN para fins de investigação criminal e identificação civil inseriu 8.139 perfis em sete anos de existência, número reduzido e longe das estimativas iniciais.
A base de dados de perfis de ADN, que permite o seu cruzamento rápido com amostras recolhidas nos locais dos crimes, faz hoje sete anos e segundo a página da internet do Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN, recebeu, entre 12 de fevereiro de 2010 e 31 de dezembro de 2016, 8.139 amostras, das quais 5.820 são de condenados (71%).
No ano passado, deram entrada 1.538 perfis de ADN, mais 126 do que em 2015, quando foram inseridos 1.412. Os anos 2013 e 2014 foram aqueles em que foram recolhidos mais perfis: 2425 e 1733, respetivamente.
