
Lisboa, 25 jan (Lusa) – O BE e o PCP arrancaram hoje o debate parlamentar que levará ao chumbo da descida da taxa social única (TSU) para os empregadores definindo o diploma do Governo como “insensato” e um “flagrante” incentivo a baixos salários.
“Seria errado e insensato fazer acompanhar a subida do salário mínimo de uma redução da TSU das entidades empregadoras que optam por políticas de baixos salários. Desde logo, porque não é aceitável desresponsabilizar as empresas e pôr os contribuintes, por via do Orçamento do Estado, ou os trabalhadores, por via da Segurança Social, a pagar o aumento do salário mínimo, que é um dever de quem contrata”, disse o deputado do BE José Soeiro, o primeiro a falar no debate parlamentar desta tarde.
Depois, a comunista Rita Rato advogou que o aumento do salário mínimo “é uma exigência de dignidade e não deve ter contrapartidas para além do trabalho prestado por cada trabalhador”.
