
Guadalajara, 28 nov (Lusa) — O escritor peruano e prémio Nobel da literatura Mario Vargas Llosa considerou no domingo “muito pouco provável” que o regime cubano sobreviva à morte do “ditador” Fidel Castro, o líder da revolução da ilha caribenha.
No decurso de uma conferência de imprensa no salão do livro de Guadalajara, Méexico, Vargas Llosa, que não esconde a sua oposição ao regime cubano, considerou mesmo que as “estruturas de domínio e controlo vão começar lentamente a abrir brechas” após a morte de Fidel Castro na sexta-feira em Havana, aos 90 anos.
“Esperemos que esse processo seja rápido e, sobretudo, que decorra calmamente, que não envolva mais violência que aquela que o povo cubano já sofreu”, disse Vargas Llosa.
