Amadora, Lisboa, 13 set (Lusa) – O ministro da Educação considerou hoje, na Amadora, que a mobilidade por doença “é um direito” dos professores e que, na sequência das recomendações de ações inspetivas, foram contratualizadas 1.500 juntas médicas para verificar as necessidades dos docentes.
“A mobilidade por doença é um direito dos professores. Todos aqueles que têm familiares, ou os próprios professores, se têm problemas de saúde, têm a possibilidade, o direito, de requererem essa mobilidade para zonas onde tenham que dar assistência ou de receber tratamento”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.
O governante, que falava à margem da abertura do ano letivo da EB1/JI Brito Pais, do agrupamento de escolas José Cardoso Pires, na Amadora, explicou que na sequência de anteriores denúncias de alegadas situações fraudulentas, a Inspeção-Geral de Educação e Ciência efetuou “um conjunto de recomendações”.
