
Genebra, Suíça, 01 set (Lusa) — Apesar dos protestos internacionais, as proibidas bombas de fragmentação continuaram a ser utilizadas na Síria e no Iémen e causaram mais de 400 vítimas em 2015, revela um relatório da ONU divulgado hoje em Genebra.
“Existem agora relatórios quase diários de novos ataques com bombas de fragmentação”, nomeadamente na Síria onde a Rússia começou a intervir em setembro de 2015 ao lado das forças governamentais, indica o 7.º relatório para as Nações Unidas do Observatório das bombas de fragmentação.
Segundo o relatório, “há provas irrefutáveis da utilização pela Rússia de bombas de fragmentação na Síria e/ou da sua participação direta ao lado das forças armadas sírias em ataques com bombas de fragmentação, nomeadamente nas regiões de Alepo, Homs e Idleb”.
