
Coimbra, 29 ago (Lusa) – A Igreja Católica pediu hoje para ser tratada pelo Estado português “em conformidade com a Lei e o Direito”, respeitando as normas da Concordata e rejeita “qualquer privilégio” em matéria fiscal.
A posição da Igreja foi formulada no final de um encontro que reuniu, em Fátima, os vigários-gerais e ecónomos de várias dioceses, depois de várias paróquias terem sido notificadas para pagar Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), do qual entendem estarem isentas ao abrigo da Concordata assinada em 2004 entre Portugal e a Santa Sé.
De acordo com a Rádio Renascença, que cita uma curta nota informativa divulgada hoje, a reunião em Fátima decorreu “num espÃrito de entendimento comum”, no sentido de serem respeitadas as “normas legais em matéria de aplicação de IMI” e tidas em conta “a natureza das pessoas jurÃdicas religiosas” e “os fins da Igreja Católica”.



