
Maputo, 03 ago (Lusa) – A Frelimo, partido no poder em Moçambique, defendeu hoje que os ataques armados de homens da Renamo devem ser responsabilizados criminalmente, considerando inconcebível que uma força política possua armas para “chantagear e ameaçar o povo”.
“É importante responsabilizar cível e criminalmente os que estão fora da lei, porque na República de Moçambique, enquanto Estado de direito democrático, ninguém está acima da lei”, declarou António Niquice, porta-voz da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que falava em conferência de imprensa na qualidade de chefe adjunto da brigada central do partido no poder na cidade de Maputo.
Niquice disse ser “inconcebível que um partido que se pretenda político seja detentor de armas para chantagear e ameaçar o povo”, numa alusão à Resistência Nacional Moçambicana [Renamo), maior partido de oposição, referindo que “a Frelimo tudo fará para que a paz prevaleça”.
