Lisboa, 20 jul (Lusa) – A Quercus alertou hoje que Portugal pode não cumprir a meta de recolha de pilhas usadas fixada para setembro, se a entidade gestora com maior peso no mercado, a Ecopilhas, manter a estagnação da atividade.
Nos últimos três anos, a Ecopilhas “viu estagnar a recolha de pilhas e acumuladores portáteis ” e, considerando que esta entidade representa cerca de 70% do mercado, a Quercus “está preocupada, pois [a situação] pode colocar em causa a meta de recolha de 45% estipulada para 26 de setembro” para Portugal, refere a associação de defesa do ambiente.
Segundo os dados recolhidos pela Quercus, no ano passado, a Ecopilhas, que representa um mercado de 1.251 toneladas, recolheu 325 toneladas de resíduos de pilhas, não ultrapassando 24%, a ERP (316 toneladas) ficou com 119 toneladas, chegando a 49%, e a Amb3e (188 toneladas) atingiu 56%.
