São Tomé, 15 jul (Lusa) – Os principais candidatos para as presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe demarcam-se da tradicional compra de votos, conhecido localmente como o ‘banho’ e há mesmo quem proponha alteração das regras para impedir o processo.
“Se o voto fosse obrigatório, o ‘banho’ iria diminuir”, diz Maria das Neves, candidata apoiada por vários partidos, entre os quais o Movimento para a Libertação de São Tomé e Príncipe – Partido Social-Democrata (MLSTP-PSD), a principal força da oposição no parlamento.
Para o candidato apoiado pelo governo, da Ação Democrática Independente (ADI), Evaristo Carvalho, as “coisas estão a mudar” no país, esperando que o fenómeno desapareça naturalmente, graças “às campanhas e educação” dos são-tomenses.
