
Lisboa, 15 jun (Lusa) — Perto de cem guardas prisionais, afetos ao Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, concentraram-se hoje, em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, para reivindicarem a aplicação do Estatuto Profissional e das 35 horas semanais.
Sem alaridos nem gritos de palavras de ordem, os guardas prisionais pretendiam também contestar o facto de há alguns meses terem enviado documentação para o Ministério da Justiça, sobre os problemas que afetam a classe, sem que tivessem obtido qualquer resposta da titular da pasta, a ministra Francisca van Dunem, disse à Lusa o presidente do sindicato, Jorge Alves.
Entre os problemas mais prementes que afetam os guardas prisionais, de acordo com Jorge Alves, conta-se a não aplicação em pleno do estatuto profissional, já que, dos “20 regulamentos e portarias que estão previstos, falta aplicar 16”, alguns dos quais com “benefÃcios para com o corpo da guarda prisional, comparativamente a outras forças de segurança, em especial o pessoal da PolÃcia de Segurança Pública [PSP]”.



