
Paris, 12 jun (Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que seria bom para Portugal que a sua convergência com o primeiro-ministro, António Costa, durasse o maior período de tempo possível e se alargasse a outros partidos.
Questionado sobre o futuro da sua relação com o primeiro-ministro, no final de uma visita à delegação da Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris, o chefe de Estado respondeu que seria bom “que esta convergência continuasse o maior período de tempo possível, e que se alargasse a outros setores da sociedade portuguesa”, portanto, “a outros partidos”.
O chefe de Estado defendeu que Portugal saía a ganhar se “no maior número de domínios houvesse entendimento no essencial, porque é o que se passa noutras democracias mais avançadas da Europa, e por isso é que elas são mais avançadas”, e lamentou: “Infelizmente, não é possível para já na educação, e vai demorar tempo na Segurança Social”.
