
Lisboa, 01 mai (Lusa) — Mais de 42 milhões de pessoas enfrentam risco de fome nas regiões leste e sul de África devido à grave seca em consequência do fenómeno meteorológico El Niño e a crise alimentar deverá durar até 2017.
A falta de chuva é sentida desde 2014 e têm-se perdido várias colheitas, as reservas alimentares vão-se esgotando e o preço dos alimentos aumenta agravando a situação.
Segundo a Rede de Sistemas de Alerta Precoce contra a Fome, criada pela agência de desenvolvimento internacional norte-americana USAID, as chuvas abaixo da média deverão continuar na região e a crise alimentar poderá prolongar-se até ao próximo ano.
