
Pequim, 07 abr (Lusa) – Quase um terço das firmas ‘offshore’ expostas pelo caso dos “Papéis do Panamá” teve origem em Hong Kong e na China continental, segundo novos dados revelados hoje pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ, na sigla inglesa).
No conjunto, os escritórios na China da Mossack Fonseca, empresa alegadamente envolvida em esquemas de evasão fiscal, criaram 16.300 empresas de fachada, ou 29% do conjunto mundial.
A investigação da ICIJ abrangeu 11,5 milhões de documentos ligados a quase quatro décadas de atividade da Mossack Fonseca, que conta com uma carteira de clientes prestigiados, entre os quais responsáveis políticos ou personalidades de primeiro plano do desporto ou da cultura.
