
Lisboa, 24 fev (Lusa) – O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, rejeitou hoje a existência de uma “política de saneamento” nas nomeações para os cargos dirigentes do ministério que tutela e rejeitou a “partidarização” dos serviços.
“O Governo não tem nenhuma política de qualquer espécie de saneamento, mas não deixaremos de adequar a lei às chefias e direções”, afirmou Vieira da Silva, que está a ser ouvido na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2016 (OE2016).
As afirmações de Vieira da Silva foram dirigidas à deputada do PSD, Maria das Mercês Borges, que questionou o governante sobre as alterações nas lideranças das chefias dos serviços públicos sob alçada do Ministério do Trabalho, acusando o atual executivo de partidarização nessas escolhas.



