
Lisboa, 05 fev (Lusa) — A Federação do Táxi defendeu hoje o aumento de multas de 200 para 4.000 euros para os transportadores “clandestinos”, salientando que a proposta “não é um fato feito à medida para a aplicação Uber”, mas também para taxistas ilegais.
A proposta foi levada pela Federação Portuguesa do Táxi (FPT) a uma primeira reunião com o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, realizada hoje em Lisboa, numa altura em que se discute o enquadramento das várias plataformas de transportes, nomeadamente a aplicação informática Uber, contra a qual os taxistas têm protestado.
“Nós aqui, quando falamos em ilegais, metemos toda a gente, não metemos só a plataforma da Uber, metemos todos aqueles que desenvolvem atividade sem estarem licenciados para o efeito”, afirmou Carlos Ramos, da FPT, considerando que neste caso “há pouca convicção da parte da secretaria de Estado em atuar de imediato”.



