
Maputo, 15 jan (Lusa) – O Banco de Moçambique considerou hoje “desafiante” a meta de um crescimento económico de 7% e de uma inflação anual de 5,6% prevista para este ano, assinalando que a seca e as cheias poderão agravar os riscos de conjuntura.
A posição do Banco de Moçambique em relação aos principais indicadores macroeconómicos definidos para este ano pelo Governo moçambicano consta do comunicado emitido hoje pelo Comité de PolÃtica Monetária (CPMO) da instituição, no final do primeiro encontro deste ano, realizado pelo órgão.
“O CPMO reconheceu serem desafiantes os objetivos macroeconómicos para 2016, que estabelecem uma inflação anual de 5,6%, uma taxa de crescimento real do PIB de 7% e um nÃvel adequado de reservas internacionais, num quadro em que a situação de seca e de cheias em algumas regiões do paÃs poderá agravar os riscos da conjuntura económica doméstica”, indica a nota de imprensa.



