
Atenas, 28 dez (Lusa) — Os primeiros 100 dias do segundo Governo Syriza na Grécia, que hoje se celebram, revelaram as contradições entre as exigências do terceiro resgate financeiro e o programa “anti-austeridade” do partido de esquerda.
O segundo governo do líder do Syriza, Alexis Tsipras, saiu das eleições antecipadas de 20 de setembro, um mês após Tsipras ter anunciado a demissão para tentar recuperar uma maioria parlamentar que perdeu após a deserção da sua ala esquerda durante a discussão e votação, entre julho e agosto, do terceiro plano de resgate de cinco anos.
O acordo de princípio deste memorando foi assinado em 13 de julho para evitar a saída da Grécia da zona euro e Tsipras comprometeu-se na sua aplicação, apesar de reivindicar alguma margem de manobra para “suavizar” os custos sociais.
