
Paris, 11 dez (Lusa) – O presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), António Sá da Costa, defendeu hoje na Cimeira do Clima (COP21) em Paris que em 2030 “de certeza” que não haverá centrais elétricas a carvão em Portugal.
António Sá da Costa disse à Lusa, durante a conferência de apresentação na COP21, do “Compromisso português para o Crescimento Verde”, que as duas centrais a carvão em Portugal, a de Sines e a do Pego, “não são eternas” e que, em média, “duram entre 30 a 40 anos”, apontando inicialmente a “ida para a reforma” das duas centrais para a década de 2020.
O também vice-presidente da Federação Europeia de Energias Renováveis sublinhou que Portugal tem “muito bons recursos renováveis” e que “é um desperdÃcio” não se aproveitar “a matéria-prima que é de borla”, bastando construir os equipamentos, “ao passo que no carvão ou no gás natural” gasta-se dinheiro no equipamento e “ao longo da vida das centrais a comprar combustÃvel”.



