
Luanda, 14 nov (Lusa) – O advogado Luís Nascimento afirma o caso dos 17 ativistas que na segunda-feira começam a responder em tribunal, em Luanda, pelo crime de rebelião, é uma “encenação” para “amedrontar” e “desviar a atenção” dos problemas de Angola.
Em entrevista à agência Lusa, Luís Nascimento, que defende 11 dos arguidos deste grupo (15 estão em prisão preventiva desde junho), desvalorizou o teor da acusação do Ministério Público, formalizada em setembro, de atos preparatórios para uma rebelião e para um atentado contra o Presidente angolano.
“Não vejo que haja ali muita coisa por onde se pegue. Mas vamos ver”, disse o advogado.
