
Figueira da Foz, Coimbra, 10 out (Lusa) – O vice-presidente da Comunidade Portuária da Figueira da Foz, Paulo Mariano, disse hoje que existiram “vários erros” nas operações de resgate do arrastão naufragado à entrada do porto local, criticando ainda a existência de um único rebocador.
“Nós, ao fim destes dias todos, temos constatado, e parece que isso é opinião comum, que tem havido aqui vários erros e várias fragilidades, com falta de equipamento, no início para tentar apoiar os náufragos e, depois, para remoção dos próprios náufragos e [mais tarde] para tentar viabilizar novamente o porto, tanto de pesca, como de recreio como o comercial”, disse aos jornalistas Paulo Mariano.
O dirigente da entidade que reúne, entre outros, representantes de operadores e empresas clientes do porto da Figueira da Foz, criticou, nomeadamente, a operação de remoção de artes de pesca e de parte da ré do navio naufragado, que correu mal e deixou redes e outros objetos no canal de acesso, impossibilitando a reabertura da barra à navegação.
