

Em 25 anos, Portugal recebeu da Europa 80,9 mil milhões de euros em fundos. Um montante que acabou ‘enterrado’ em milhares de quilómetros de estradas.
“Temos de ter noção que investimento não é despesa, é despesa com retorno. Não é possível continuar a fazer infraestruturas que não servem para nada”, diz Augusto Mateus, autor do estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos e que vê a entrada do País na União Europeia como um “semifalhanço”.
