Ventura exige “ações imediatas” como ‘task force’ e isenção para reapreciações de exames

Lisboa, 20 jul 2026 (Lusa) — O presidente do Chega exigiu hoje ao Governo “ações imediatas” como a criação de uma ‘task force’ para resolver problemas na correção de exames, isenção de taxas para reapreciação ou alargamento dos prazos de acesso ao ensino superior.

André Ventura falava em conferência de imprensa na sede nacional do partido, depois de se ter reunido com os deputados e assessores do Chega responsáveis pela área da Educação, considerando que “tudo correu mal” neste modelo de digitalização da correção dos exames e atribuiu a responsabilidade máxima ao ministro da Educação.

Questionado por que não pede, para já, a demissão de Fernando Alexandre, o líder do Chega considerou que, neste momento, o essencial é que responda aos problemas criados aos alunos, famílias e professores.

“O ministro terá de ser responsabilizado por isto. Dizer simplesmente: pegue em tudo o que correu mal e vá embora é deixar que o problema persista. Quem cria os problemas tem de ser homenzinho para os resolver antes de sair, se vier a decidir ou se for decidido que tenha de sair”, afirmou.

Além da criação de uma ‘task force’, com representantes de vários setores, do alargamento dos prazos de acesso ao ensino superior e da isenção das taxas para a reapreciação, Ventura pede também que seja explicada a época especial hoje anunciada por Fernando Alexandre, que acusou de “juntar o caos ao caos”.

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