
Cascais, Lisboa, 11 mai 2025 (Lusa) — O porta-voz do Livre acusou hoje o primeiro-ministro e lÃder do PSD, LuÃs Montenegro, de ser “um fraco farol” e estar “completamente desorientado na sua bússola moral” ao guiar o paÃs para situações “muito difÃceis”.
“Muito fraco farol foi LuÃs Montenegro porque, basicamente, ele próprio completamente desorientado na sua bússola moral deixou o paÃs mais confuso porque deveria, neste século XXI, Portugal ter muito claro que quando um chefe de executivo é chefe de executivo trabalha para os portugueses não trabalha para mais ninguém”, afirmou Rui Tavares junto à Quinta dos Ingleses, em Cascais, no distrito de Lisboa, numa manhã dedicada ao ambiente.
Esta apreciação do dirigente do Livre surgiu depois de LuÃs Montenegro ter dito no sábado sentir “a responsabilidade de ser o farol do paÃs”, com a oposição sempre a olhar para trás, apelando a que os portugueses que querem estabilidade “votem massivamente” na Aliança Democrática (AD).
Rui Tavares, acompanhado do deputado do Livre na Assembleia Municipal de Oeiras, Tomás Cardoso Pereira, considerou que LuÃs Montenegro “não tem sido grande farol” para Portugal porque, considerou, onde um farol deve guiar o paÃs numa direção de querer chegar mais longe e em segurança o que ele tem feito é baixar a fasquia da polÃtica.
Em sua opinião, LuÃs Montenegro tem conduzido o paÃs para situações das quais é muito difÃcil tirar o paÃs.
“Desde logo, fazendo uma total confusão entre aquilo que é a esfera privada, a esfera patrimonial, a esfera partidária e a esfera pública”, frisou.
Rui Tavares considerou que os melhores exemplos não vem de LuÃs Montenegro e defendeu que os conflitos de interesses devem ser apanhados e sanados no inÃcio.
“Haver uma empresa na sua esfera familiar na qual ainda é depositado regularmente rendimento de empresas privadas para as quais LuÃs Montenegro trabalhou e clientes que ele angariou não percebo que farol exatamente consegue ser LuÃs Montenegro”, atirou.
Segundo o porta-voz do Livre, o eleitorado ao votar em LuÃs Montenegro está a justificar estes tipos de comportamentos e a rebaixar a fasquia da ética na polÃtica em Portugal.
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