Lisboa, 21 abr (Lusa) – Os profissionais de reinserção social que trabalham na vigilância eletrónica e nos centros educativos iniciam uma greve às horas extraordinárias, para exigir a contratação de trabalhadores, que vai prolongar-se até ao fim do ano.
Convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, a greve, que se prolonga até 31 de dezembro, visa exigir a abertura de concursos para contratação de novos trabalhadores para responder ao problema da falta de pessoal nestes serviços.
“A falta crónica de pessoal nestes setores, para além de promover problemas de segurança para os trabalhadores e deficiente operacionalidade dos serviços, provoca uma desregulação dos horários de trabalho, obrigando a cargas horas diárias de dez e mais horas, a alterações constantes no gozo dos dias de descanso e a modificações súbitas nas escalas de serviço”, alerta a federação sindical em comunicado.
