
Bissau, 05 jul 2025 (Lusa) — O Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, explicou hoje que o incidente ocorrido em Lisboa, na quinta-feira, entre o seu corpo de segurança e um grupo de ativistas teve origem em “provocações” de “marginais, guiados por polÃticos” adversários.
Em declarações hoje, já no aeroporto de Bissau, proveniente de Cabo Verde, onde assistiu à s comemorações do 50.º aniversário da independência, o chefe de Estado disse que o incidente ocorreu “devido à s provocações de marginais”.
Fonte da PSP disse à Lusa na quinta-feira que a estada em Lisboa, a tÃtulo privado, do Presidente da Guiné-Bissau tinha ficado marcada nesse dia por incidentes entre um grupo de ativistas e a comitiva presidencial.
A fonte indicou que os incidentes ocorreram ao final da tarde junto a uma unidade hoteleira e que um dos ativistas ficou com ferimentos ligeiros. Na altura, Umaro Sissoco Embalo já se encontrava no interior da unidade hoteleira.
De acordo com Umaro Sissoco Embaló, o homem que ficou ferido é um ativista “a soldo de polÃticos”, que lhe pagam “para importunar o Presidente da Guiné-Bissau”.
Os incidentes de quinta-feira não foram os primeiros envolvendo comitivas de Sissoco Embaló.
Em dezembro, segundo relatou na altura o chefe de Estado, num encontro com a comunidade guineense na capital francesa, o corpo de segurança teve de o proteger “perante ameaças de violência”.
Na mesma altura, um grupo de cidadãos guineenses apresentou uma queixa à polÃcia francesa contra alguns elementos da Presidência da República da Guiné-Bissau, que acusaram de os terem agredido no encontro que Embaló realizou com a comunidade guineense em Paris.
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