
Madrid, 22 fev 2024 (Lusa) – Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas hoje num incêndio na cidade espanhola de Valência que atingiu um edifÃcio residencial com 14 andares, segundo o balanço mais recente das autoridades.
O anterior balanço dava conta de sete feridos.
Entre os feridos há seis bombeiros, dois deles, pelo menos, com queimaduras nas mãos e um com uma fratura, segundo um balanço feito por volta das 21:00 locais (20:00 em Lisboa) pelo serviço Emergencias112CV, da Comunidade Valenciana (região autónoma no leste de Espanha).
O incêndio continuava ativo àquela hora, segundo o mesmo serviço, que revelou que o alerta para o fogo chegou aos bombeiros por volta das 17:30 locais.
Segundo as imagens que estão a ser transmitidas pelas televisões, a torre de 138 apartamentos, de construção recente, está destruÃda pelo fogo, tanto a fachada como o interior, restando quase só a estrutura do ‘esqueleto’ do prédio.
O serviço de Emergencias112CV disse, no mesmo balanço às 21:00 locais, que o fogo continuava ativo.
O balanço de vÃtimas, de 13 feridos, é ainda provisório, segundo as autoridades.
Alguns residentes disseram à s televisões que todas as pessoas que viviam no edifÃcio conseguiram sair ou foram resgatadas, mas esta informação não tem confirmação oficial.
Segundo testemunhas no local ouvidas pelos meios de comunicação e vÃdeos divulgados nas redes sociais, o incêndio começou no 4.º andar, num momento de vento forte em Valência, e alastrou-se a todo o prédio em menos de meia hora, aparentemente, pela fachada, de onde saltaram placas metálicas por trás das quais parecia haver um material rapidamente inflamável.
Segundo vários relatos de moradores e proprietários, o edifÃcio foi construÃdo entre 2008 e 2010.
Estão no local mais de 20 corporações de bombeiros e equipas da Unidade Militar de Emergências de Espanha, entre outros meios humanos e logÃsticos, como um hospital de campanha.
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, escreveu na rede social X (antigo Twitter) estar “consternado com o terrÃvel incêndio” em Valência e disse estar em contacto com o governo regional para avaliar a necessidade de mais meios.
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